Ex-presidente do Max Min afirma que deixou o cargo com sentimento de missão cumprida

No destaque, o ex-presidente na cascata ornamental do lago, uma das principais obras à frente do clube

Dezembro de 2016 foi um mês de despedida para Charles Caldeira Veloso, que, após três anos à frente da presidência do clube Max Min, finalizou sua gestão. Caldeira avaliou sua participação como dirigente de um dos maiores clubes do estado, que este ano completa 54 anos de história, “com o sentimento de missão cumprida”. O ex-presidente destaca que o bom trabalho só foi possível graças ao apoio do conselho e dos diretores. “Foram muitos os ganhos ao longo desses três anos, que só foram possíveis graças ao apoio e boa vontade dos vice-presidentes, do Conselho Deliberativo e dos diretores. Foi uma gestão que trabalhou de forma muito harmônica e colaborativa”, destacou.

A construção do lago era o maior sonho de Caldeira
(Fotos: Solon Queiroz)

A alegria de ter cumprido bem o seu papel não é à toa. Caldeira conseguiu finalizar seu triênio como presidente do Max Min, com investimentos da ordem de R$ 4 milhões em obras de construção e revitalização de espaços, com o objetivo de dar maior comodidade aos mais de 3 mil sócios. “Promovemos o crescimento ainda maior de nossas responsabilidades como gestores, priorizando sempre a atenção ao bem-estar do associado. Expandimos significativamente para avançarmos em nossos projetos com responsabilidade, muito trabalho e dedicação”, afirma Caldeira.

Entre as obras realizadas, destaque para a reforma das saunas feminina e masculina; construção da arquibancada coberta no campo de futebol do Batistão; plantio de mais de 400 árvores frutíferas espalhadas por uma área verde que abrange 105 mil m²; assentamento de calçadas, construção de bancos sob a sombra das árvores e de uma pista de cooper. Caldeira destaca que a maior das conquistas de sua gestão, sem dúvida, foi a construção do lago que ocupa 15 mil m² dentro do clube. “A conclusão do lago é a realização do meu grande sonho, desde quando assumi a presidência do clube. Aproveitamos um grande espaço que parecia não ter utilidade. A bela lagoa faz um trabalho importante de aproveitamento da água da chuva, refresca o ambiente, enfeita e serve de abrigo para muitas espécies de peixes”, enfatiza.

O lago também ganhou uma cascata ornamental e iluminação. “A cascata construída no espaço foi feita a partir de materiais recicláveis, e deixou o lago muito mais atrativo”, destaca Charles Caldeira. Além disso, no triênio do ex-presidente foram revitalizadas 12 quadras de tênis, 12 de peteca e os quatro campos de futebol, uma forma de investir na qualidade de prestação de serviços para os mais de 700 atletas que frequentam o Max Min.

O clube completa 54 anos em 2017 (Foto: Solon Queiroz)

O ex-presidente fez questão de destacar que as boas conquistas devem servir como incentivos para a nova gestão. “As boas realizações devem servir como estímulo para identificar e vencer novos desafios. Temos consciência de que muito evoluímos. Avançamos, sem dúvida. Mas sabemos, também, que esta deve ser uma preocupação e prática permanentes, na qual não se permite retrocessos. Este é o desafio para a próxima gestão e as outras que se sucederem”, finalizou Charles Caldeira.

Wagner Batista é o novo presidente
(Foto: Solon Queiroz)

Nova gestão | O Max Min Clube realizou no dia 9 de novembro, em sua sede, a Assembleia Geral Ordinária para eleição dos membros do Conselho Deliberativo, da Diretoria Executiva, da Comissão Fiscal e da Comissão de Sindicância e Julgamento para o triênio 2017-2019.

Foi eleito, em chapa única, Wagner Batista Castro, que era vice-presidente e assumiu a presidência no dia 1º de janeiro deste ano. Os vices são: Pedro de Almeida Souza, Gualter Pereira de Oliveira e Antônio Geraldo Alcântara; diretores financeiros Charles Caldeira Veloso, José Antônio de Castro e Melquiades Ferreira de Oliveira; e secretários Silvana dos Anjos Pereira e Wilson Atair Ramos.