• Prefeitura abre processo contra vários médicos

    20 Set, 2017

    A Prefeitura de Montes Claros pode expulsar 12 médicos acusados de não cumprirem o horário de trabalho, conforme Processo Administrativo Disciplinar, divulgado no Diário Oficial do Município de ontem, pelo controlador geral do município, William César Rocha. No total, foram abertos 28 processos de diversos servidores em várias áreas. O curioso é que ontem de manhã a Câmara Municipal aprovou o projeto encaminhado pelo prefeito Humberto Souto, o qual permite que os médicos especialistas possam atender pacientes do SUS em seus consultórios ou clínicas.

  • LUCIANO SIMÕES

    18 Set, 2017

    A/C DO SR. CLODOALDO, O CRÉDULO, BOM DIA AMIGO, POR VÁRIAS VEZES LEIO SEUS COMENTÁRIOS E HISTÓRIAS, SEMPRE TRABALHEI NO PERÍODO NOTURNO E SOU ESTUDANTE EAD,( MODALIDADE À DISTÂNCIA), OS CURSOS SÃO MUITO BONS E DIDÁTICO COM UMA IMENSA BIBLIOTECA DIGITAL. O CURSO DE ENFERMAGEM COM CERTEZA VIRIA A SOMAR NA VIDA DE UM TRABALHADOR QUE NÃO TEM COMO FAZÊ-LO PRESENCIALMENTE, SABEMOS NÓS QUE TODOS OS CURSOS SÃO EXCELENTES, POIS, DE ALGUMA FORMA ESTÁ ENRIQUECENDO O CONHECIMENTO DE UMA PESSOA. CURSO NÃO IMPORTA A MANEIRA QUE É OFERECIDO E SIM DE QUEM O FAZ, OU SEJA, SE ESTUDANTE SE DEDICAR COM CERTEZA TERÁ SUCESSO NOS SEUS ESTUDOS.

  • João Renato Diniz Pinto

    18 Set, 2017

    Professores decidem denunciar escola de Ruy Muniz, dono do Hoje em Dia, ao Ministério do Trabalho Professores da Rede Soebras, em Montes Claros, decidiram denunciar a empresa ao Ministério do Trabalho e Ministério Público do Trabalho, orgãos competentes para fiscalizar o descumprimento da legislação trabalhista. A decisão foi tomada em assembleia realizada na quarta-feira 13/9. A Rede Soebras pertence ao dono do jornal Hoje em Dia, Ruy Muniz. “A assembleia foi muito proveitosa”, avaliou a diretora do Sindicato dos Professores de Minas Gerais (Sinpro Minas) em Montes Claros, Nalbar Alves. Ela informou que entre os encaminhamentos aprovados estão ações individuais e coletivas contra a empresa de Ruy Muniz. A acusação é descumprimento da legislação trabalhista. A Soebras estaria se antecipando à reforma trabalhista, que ainda não entrou em vigor, e cortando direitos dos trabalhadores garantido na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). “A Rede Soebras está descumprindo a CCT em vigor até 31 de janeiro de 2018 e retirando os direitos trabalhistas dos professores”, denunciou Nalbar Alves Rocha. Pouco depois de assumir o Hoje em Dia, antes pertencente ao Grupo Bel, Ruy Muniz dispensou 38 jornalistas, nos dias 29 de fevereiro e 1º de março de 2016, no fim do expediente. Os trabalhadores não receberam a rescisão e nem sequer o salário do mês trabalhado. A ação contra a empresa está na Justiça do Trabalho. O negócio entre Ruy Muniz e o Grupo Bel ficou famoso na delação do proprietário da JBS, Joesley Batista, que disse em depoimento à Procuradoria Geral da República ter comprado “o predinho” do Hoje em Dia a pedido do senador Aécio Neves. Dono de muitas escolas no Norte de Minas e outras regiões de Minas, Ruy Muniz é conhecido, segundo o Sinpro Minas, por desrespeitar sistematicamente os direitos trabalhistas. “A Soebras tem um histórico de descumprimento da legislação trabalhista. Desde que ela existe é assim”, disse Nalbar. [15/9/17] Fonte: http://www.sjpmg.org.br/2017/09/professores-decidem-denunciar-escola-de-ruy-muniz-dono-do-hoje-em-dia-ao-ministerio-do-trabalho-2/

  • Analista

    15 Set, 2017

    Acidentes com carretas/caminhões quase diários na BR-135 "Motorista morre carbonizado após colisão frontal com cegonheira na BR-135, em Augusto de Lima". Como os anteriores, citados em minhas mensagens anteriores, poderia ter sido muito mais grave, pois o choque foi frontal (energia elevadíssima) e vários veículos transportados pela cegonheira ficaram espalhados no local do acidente. E mais um motorista perdeu a vida de forma violenta.Se não houver PROVIDÊNCIAS IMEDIATAS, as tragédias continuarão, fruto da imprudência de encher uma rodovia de pista simples com carretas e caminhões enormes transportando cargas pesadas, em sentidos contrários, colocando em altíssimo risco os motoristas e passageiros dos veículos de maior porte e os menores. https://g1.globo.com/mg/grande-minas/noticia/motorista-morre-carbonizado-apos-colisao-frontal-com-cegonheira-na-br-135-em-augusto-de-lima.ghtml

  • Cemig Distribuição

    15 Set, 2017

    Desligamento programado: Cemig destaca importância do procedimento Consumidores devem manter os dados cadastrais atualizados para receber os comunicados da companhia A Cemig possui a maior rede de distribuição de energia elétrica da América do Sul, com mais de 520 mil quilômetros de linhas e redes, e para garantir a qualidade do serviço de fornecimento para consumidores, a empresa faz periodicamente manutenção na rede de distribuição. A Cemig procura realizar as intervenções no sistema sem prejudicar o fornecimento de energia para a população, mas, em alguns casos, por questão de segurança, o desligamento da rede elétrica é necessário . Por dia, a Cemig realiza, em média, cerca de 150 intervenções na sua rede de distribuição, o que significa aproximadamente 4.500 manobras por mês. O tempo de duração de uma interrupção programada varia de acordo com a complexidade do serviço a ser executado, mas, duram apenas o tempo estritamente necessário. O engenheiro Galdino da Silva Mendes Neto, do Centro de Operação da Distribuição da Cemig, explica para que serve esse procedimento. “O desligamento programado é a interrupção da energia elétrica para melhoria e expansão da rede de distribuição. Esses desligamentos são necessários para garantir a segurança dos clientes e dos funcionários da Cemig que realizam os serviços. Aqueles clientes que possuem endereço eletrônico cadastrado na empresa são avisados por e-mail ”, afirma. De acordo com Galdino Mendes, da Cemig, a empresa planeja para que as intervenções tenham menor impacto aos consumidores. “Quando possível, realizamos os serviços necessários sem desligamento da rede elétrica, aplicando a metodologia denominada Linha Viva, sem que os clientes percebam que houve alguma intervenção, já que não houve desligamento da energia. Entretanto, quando o desligamento é inevitável procuramos minimizar os transtornos à população em geral, exemplo disso é execução de serviços em áreas de movimento intenso (hipercentros) durante os fins de semana”, afirma. Já quanto à duração, depende do tipo de serviço a ser feito, como por exemplo uma troca de transformador, envolvendo substituição de poste e cabos, pode levar até cinco ou seis horas, pois o serviço é complexo e exige muito cuidado e atenção. Durante os meses de menor incidência de chuvas, as equipes da Cemig executam os serviços programados de maior porte. De acordo com Galdino Mendes, é nesse período que as obras mais complexas são intensificadas e, portanto, é necessário desligar trechos maiores. “Aproveitamos essa época do ano porque o cancelamento dos serviços programados tem menor probabilidade de ocorrer, já que há menor incidência de ocorrências emergenciais. E essas obras reforçam o sistema elétrico para o período chuvoso, aumentando ainda mais a sua confiabilidade”, explica. Antes de executar serviços de melhoria ou manutenção em que seja necessário desligamento da rede elétrica, a concessionária de energia emite um comunicado aos clientes que serão impactados. A Cemig faz isso dias antes da intervenção por diversos meios de comunicação. Os consumidores usuários de equipamentos de suporte à vida são comunicados também por escrito. Contudo, ressalta que a melhor maneira de o cliente se informar sobre os desligamentos programados da Cemig é por meio do cadastro de e-mail no Cemig Atende localizado site da empresa. “A Cemig notifica também por carta impressa, mas, se o cliente possui e-mail cadastrado na companhia, o aviso é enviado pelo endereço eletrônico, que é mais prático e ecologicamente correto”, afirma. Dados atualizados Os clientes da Cemig com dados atualizados têm algumas vantagens, como o recebimento de avisos de interrupções programadas por e-mail. “Nesses casos, a Cemig envia o aviso da intervenção programada, com antecedência mínima de 72 horas, informando a data, horário e duração em que suspensão é necessária, para que o cliente possa se programar”, ressalta Galdino Mendes. O diferencial é o recebimento da informação de forma imediata e segura, sem riscos de extravios ou recebimento tardio da informação. Outra facilidade é o envio da conta de energia por e-mail, caso o cliente opte por esse serviço. Com a eliminação da entrega da fatura no endereço do consumidor, o cliente evita extravio e atrasos na entrega da conta, bem como a cobrança de multa e juros por atraso de pagamento. A fatura por e-mail contribui ainda para a preservação ambiental, já que evita a derrubada de árvores. O arquivamento e organização da fatura digitalizada enviada por e-mail também é muito mais fácil e simples. Em relação às empresas, a Cemig recomenda que elas cadastrem no site Cemig Atende uma caixa de e-mail corporativo para que várias pessoas tenham acessos aos comunicados emitidos pela companhia e com isso garanta que o aviso possa ser lido e encaminhado às pessoas responsáveis por essa informação. 13.09.2017 l Classificação: Público

  • João Renato Diniz Pinto

    15 Set, 2017

    Nota de repúdio à Soebras EMPRESA DE RUY MUNIZ CENTRA FORÇA PARA PRECARIZAR O TRABALHO DOS PROFESSORES DO NORTE DE MINAS Como se não fossem suficientes os abusos cometidos pela Sociedade Educativa do Brasil (Soebras) contra os jornalistas demitidos sem justa causa do jornal Hoje em Dia em 28 de fevereiro de 2016 com propostas indecorosas de acordo como redução de 30% nos salários, corte no valor das horas noturnas, redução do período de estabilidade após convenção coletiva para 30 dias, o Grupo Soebras e suas ramificações começam a tramar e a precarizar as relações empregatícias para os seus professores, antes mesmo da entrada em vigor da reforma trabalhista (prevista para valer em novembro de 2017) e antes mesmo da data-base da categoria, 31 de janeiro de 2018. O Regional Norte do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJPMG) repudia com veemência as ações da Soebras contra os profissionais da educação e apoia intervenção federal já na instituição através dos órgãos democráticos competentes. Nesta quarta-feira (13/9), na antiga sede da Câmara Municipal de Montes Claros, aconteceu assembleia convocada pelo Regional Norte do Sindicato dos Professores de Minas Gerais (Sinpro-MG) para deliberações sobre os remendos trabalhistas na Rede Soebras. O que se viu foi a angústia no rosto de cada professor com medo de retaliação da entidade em que ele está vinculado, caso reivindique os seus direitos legais e não acate com facilidade as novas regras institucionais. A diretora do Regional Norte do Sinpro-MG, Nalbar Alves, definiu bem como se caracteriza a atuação da Soebras na região: “Quem mais pratica a retirada de direitos aqui no Norte de Minas é a Rede Soebras. Descumpre na educação infantil, ensino fundamental, médio, superior e até administrativo. A Rede Soebras descumpre tudo. É a única instituição que não paga”. Os professores trouxeram para a assembleia muitas demandas, a exemplo até de um certo assédio moral por parte do patronato. Uma docente revelou que a Rede Soebras propõe indecentemente uma pedagogia de acordo com o teto financeiro estipulado pela administração da empresa. “Estão olhando valores [monetários]. Nós temos isso aqui para gastar com vocês: ou diminui o salário ou a gente demite”. Realmente desesperados, os professores pediram ao Regional Norte do Sinpro-MG que empunhem a luta da valorização da classe. “O professor não pode levantar bandeira em nenhuma instituição. O Sindicato tem que levantar esta bandeira por nós. Entrar na justiça enquanto a gente está na instituição é impossível”, afirmou com aflição outra professora durante a assembleia. A Rede Soebras costuma promover mudanças no termo que designava determinada função para escapar da legislação trabalhista, força o trabalhador a levar serviço para casa e não contabiliza como hora extra, orienta a repassar conteúdo online para o estudante, dentre outros jeitinhos que só acumulam trabalho para o professor, enquanto a mensalidade do aluno permanece alta e o salário do corpo docente diminui. Com as vitórias alcançadas pelo Regional Norte do Sinpro-MG nas negociações trabalhistas com as Faculdades Santo Agostinho e Pitágoras, é preciso agora que haja mais rigor por parte do Ministério da Educação e Cultura (MEC) sobre a Rede Soebras. Esta corre o risco de perder título de assistência social e por isso está repassando as atribuições da entidade para terceiros ligados a ela sob a alcunha de fundações e institutos. Urge uma ação coletiva judicial de sindicatos de trabalhadores prejudicados pela Rede Soebras e um termo de ajustamento de conduta para pressionar a referida entidade a seguir as regras trabalhistas e minimizar os efeitos da terceirização na vida dos professores. Intervenção federal já na Soebras! Montes Claros (MG), quarta-feira, 13 de setembro de 2017. João Renato Diniz Pinto – diretor do Regional Norte do SJPMG 2017-2020. [14/9/17] www.jornalistasdeminas.org.br